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Pré-Vestibular REDE IVG – Superintensivo

PROCESSO SELETIVO 2018|SUPERINTENSIVO

Edital 2018 – Superintensivo Pré-Vestibular

 

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O cursinho é um projeto do Instituto Vilson Groh e é oferecido gratuitamente com o apoio de  25 professores e colaboradores em caráter voluntário.

É destinado apenas a pessoas de baixa renda e com forte desejo de dar continuidade aos estudos, aprofundá-los, e seguir carreira em uma universidade pública.

É mantido por professores que trabalham sem remuneração, comprometidos apenas com a causa social.

Usufruir deste projeto sem a real necessidade prejudica a todos. Respeite, e nos ajude a construir uma sociedade mais justa.

 

 

 

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Vida Sonora: projeto ensina jovens da REDE IVG a gravar clipe de rap

Vida Sonora: projeto ensina jovens do Monte Cristo a gravar clipe de rap Marco Favero/Hora de Santa Catarina

Ação está em andamento e, agora, crianças e adolescentes ajudarão a produzir trabalho do rapper Negro Rudhy. Apresentar uma nova perspectiva, algo que não faz parte de uma realidade, é como abrir uma janela para a vida. Nessa toada, o projeto Vida Sonora leva à comunidade do Monte Cristo, em Florianópolis, uma oportunidade para os adolescentes aprenderem um pouco do universo musical e cinematográfico. Ao longo de duas semanas, cerca de 30 crianças e jovens tiveram oito oficinas temáticas no Centro de Educação Popular (CEDEP), com aulas, vídeos e apostilas sobre fotografia, produção, arte e som. Agora, chegou a fase de aplicar os conhecimentos nas gravações de um clipe com os rappers Negro Rudhy e Marrom.

– É um novo universo que se abre. Eles estão acostumados a ver muitos clipes no Youtube, mas não tinham ideia de como são feitos, como é por trás das câmeras. Mostramos que nada é feito de improviso, está tudo planejado. Também é uma oportunidade de mostrar pra eles novas oportunidades de trabalho – comenta Vinícius Billy, produtor executivo do projeto.

De fato, é um mundo inteiramente novo que se abre para as crianças e adolescentes do Monte Cristo. O jovem Leonardo Botelho, de 14 anos, superou a timidez e aprendeu, pela primeira vez, a manusear equipamentos de música e de filmagem.

– É muito massa. Uma oportunidade única de descobrir algo novo. Eu nunca tinha visto um drone de perto, por exemplo. Nunca tinha me imaginado fazendo esse tipo de coisa, mas agora que aprendi, está ficando fácil. De repente posso trabalhar com isso no futuro – disse Leonardo.

 FLORIANÓPOLIS, SC, BRASIL - 17/08/2018Projeto Vida Sonora ensina crianças um pouco sobre a arte do cinema na comunidade do Monte Cristo

 

Ainda que no Cedep os jovens tenham acesso a diversos cursos e práticas esportivas, nada se equivale a esse tipo de ação. Para o diretor cinematográfico do projeto Vida Sonora, Luiz Fernando Machado, de 36 anos, trabalhar com arte é uma experiência única.

– O mais importante é eles estarem nessa imersão, em um processo de criação. Trabalhar com arte e criação é uma experiência que fica para a vida toda. Eles podem observar todos os processos de criação de um clipe, utilizando da criatividade, isso é o principal – afirma Luiz.

Gravação de clipe

Pela identificação de Negro Rudhy com a comunidade do Monte Cristo, foi escolhida para a gravação do clipe uma música de seu último disco solo, Favela Convocada, de 2016. Por todos os meus dias fala sobre o passado e o presente e conta um pouco da história de vida do rapper.

– O clipe vai trabalhar com os protagonistas (Rudhy e Marrom) na infância e depois adultos. A ideia é contar a história deles, de onde vieram e onde chegaram – comenta Luiz Machado.

Negro Rudhy tem 18 anos de rap. Quando recebeu o convite para o projeto, abraçou a causa e sugeriu a realização das oficinas no Cedep justamente por ter sido educador social ali. Para ele, essa é uma oportunidade de mudar realidades.

 FLORIANÓPOLIS, SC, BRASIL - 17/08/2018Projeto Vida Sonora ensina crianças um pouco sobre a arte do cinema na comunidade do Monte Cristo. Na foto, Negro Rudhy (esq.) e Marrom (dir.) rimam com a criançada

 

– Por ser um integrante do movimento hip-hop e ter sido ‘resgatado’ pelo rap, eu tinha que estar aqui. É uma honra contribuir com esse projeto. Se a gente puder ‘salvar’ um entre 100, é uma vitória – destaca Rudhy.

Diversidade em foco

O Vida Sonora engloba seis projetos de oficinas e gravações de clipes com artistas independentes do hip-hop catarinense. Entre os quatro idealizadores (além de Luiz Machado e Vinícius Billy, estão Rodrigo Lauffer, fotógrafo e produtor, e Endryo Corrêa de Carvalho, designer e produtor), o consenso era de que o projeto deveria ser o mais diverso possível.

– A gente trabalha desde o início a diversidade dentro do próprio rap. Em Laguna, foi um grupo mais novo. Em Criciúma, foi um grupo de rap gospel. Em Palhoça, foi um rap gangster. Aqui (em Florianópolis), o Negro Rudhy e o Marrom. Em Blumenau, será um grupo feminino e, depois, faremos com um grupo indígena no Morro dos Cavalos, em Palhoça – conta Vinícius Billy.

Além das gravações dos clipes, o projeto também elabora making offs das gravações e das oficinas. Quem quiser conhecer um pouco mais do projeto pode acessar o canal do Youtube.

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Por: Rafael Thomé – rafael.thome@somosnsc.com.br
Foto: Marco Favero / Hora de Santa Catarina
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“A solidariedade não é decreto. Nasce no coração”, diz padre Vilson Groh

"A solidariedade não é decreto. Nasce no coração", diz padre Vilson Groh Marco Favero/Diário Catarinense

Padre Vilson Groh desenvolve políticas públicas que promovem a cidadania em comunidades carentes de Florianópolis

São 37 anos desenvolvendo políticas públicas que promovem a cidadania em regiões socialmente vulneráveis. Décadas de um trabalho que hoje atende 5 mil pessoas por mês no instituto que leva seu nome. Tanto tempo de causa surgiu um projeto para ampliar as conquistas que o padre Vilson Groh semeou em algumas das comunidades mais carentes da Capital. 

Batizado de “Segurança Cidadã”, a proposta, em fase embrionária, é ousada e visa oferecer toda uma revisão do atual modelo de segurança pública, atualmente baseado na repressão, para uma sistemática mais humana, focada na solidariedade e criação de oportunidades para explorar o capital social das regiões mais pobres da cidade.

O padre Vilson, em parceria com o empresário Walter Koerich, pretendem germinar um projeto que levaria trabalho, oportunidades e dignidade para pessoas hoje esquecidas pelo poder público.

Confira entrevista

Qual a finalidade do projeto de segurança cidadã, que o senhor deseja implantar aqui em Florianópolis?

Em primeiro lugar, rediscutir o papel da segurança que temos hoje. O conceito de segurança atual está baseado em três pilares: criminalização, encarceramento e judicialização. Todos esses centrados sobre o pé da repressão. Nós temos no Brasil, 700 mil encarcerados, a grande maioria é jovem. No Brasil, 60 mil jovens são assassinados por ano. Diante dos dados de uma população juvenil empobrecida, presa e assassinada, temos de nos perguntar se esse modo de fazer segurança, baseado nesse tripé, é a saída para o país? Não é. O sistema que está aí é fadado ao fracasso. Não dá para desvincular segurança pública do conceito de políticas públicas. Só que hoje não há discussão, tanto no poder público como na sociedade civil, desse pensamento que eu trago de segurança cidadã, que envolve o Estado, a sociedade civil organizada, movimentos sociais e demais atores da vida em sociedade.

Qual é a essência desse projeto?

A minha firme convicção nesse trabalho todo é de que onde se implementa oportunidades e gera instrumentos para a juventude, cria condições de saída dessa realidade cada vez mais violenta para os jovens de Florianópolis e do Brasil. E a ideia do projeto, que nada mais é do que buscar a pacificação nos morros e periferias da capital, nasce dos quase 40 anos de atuação do instituto (Instituto Vilson Groh – IVG), que aponta ser possível pensar a cultura da paz, da segurança cidadã e implementar um projeto assim em Florianópolis, com foco partindo da periferia na juventude, na criança e no adolescente. Porque precisamos partir dessas áreas hoje invisível, para tentar torná-la visível na materialidade do direito, a concretude do mesmo na prática, que significa simplesmente a geração de oportunidades. Esse é o grande caminho. O projeto está nascendo, mas é nesse cenário, de eleições no Brasil e possíveis mudanças, que devemos discuti-lo, porque essa prática está implicada em justiça e controle social, bem comum e gestão pública. Segurança cidadã é criar uma consciência crítica do controle da administração pública por parte da sociedade civil. Uma intervenção da sociedade na inversão de prioridades, para pensar ela pelos extremos das cidades. Entendemos que através da segurança cidadã poderemos construir um pacto pela paz em Florianópolis.

Como seria possível implantar esse projeto em uma sociedade cada dia mais intolerante?

Em primeiro lugar, que é o que estamos executando nesse momento, fazer um diagnóstico objetivando conhecer a situação local, os principais gargalos, interesses e atores representativos da comunidade. Um exemplo são as comunidades do Maciço do Morro da Cruz, onde vivem 60 mil pessoas, sendo que 37 mil delas em condições de pobreza.

No papel, essas palavras são bonitas, mas a gente sabe que a realidade é outra. como esse projeto conseguirá ir a frente?

São três grandes vertentes: trabalhar o olhar de inclusão social, o exercício da cidadania e a geração de políticas públicas, que seria o papel do Estado de vir junto nesse processo. Temos ainda a corresponsabilidade da sociedade civil e das instituições, desde as universidades até o mundo empresarial, para entrar num processo de discussão participativa e olhar o capital social que as comunidades têm. Porque todas elas têm um grande capital social. Sei disso porque o instituto trabalha com crianças desde a primeira escola até a universidade, dos seis aos 24 anos, e temos a prática de um trabalho que aponta perspectivas.

 FLORIANÓPOLIS, SC, BRASIL - 16/08/2018Padre Vilson Groh

“Não é natural que eu, como padre, faça o funeral de um jovem assassinado com 16 anos”, diz padre Vilson Groh

Como viabilizar projeto tão complexo?

A viabilidade passa por um processo de sensibilização de toda a sociedade. E, principalmente, romper com os processos que opõe centro e periferia, eclodir com a invisibilidade dessas pessoas carentes, porque a partir disso você não naturaliza mais a injustiça social, o grande mal dos nossos dias. Não é natural que eu, como padre, faça o funeral de um jovem assassinado com 16 anos. Não pode ser visto como normal que mães enterrem seus filhos com 18 anos. Eu acho que nós temos que criar uma cultura da não naturalização da violência, da injustiça e do acostumar-se com pessoas em situação de rua morrendo de frio, como ocorreu este mês com o seu Manoel em frente a uma agência bancária na Praça XV. Não é natural. Isso significa que precisamos reconhecer o outro como pessoa. A solidariedade não é decreto. Ela nasce na pele, no coração. A juventude não é problema, mas sim a solução. E parece um empecilho porque o conceito que se faz sobre a violência é o de criminalização da periferia. A periferia não é parte da solução no sistema atual, mas precisa ser.

Como desconstruir preconceitos?

Você só desconstrói preconceitos com relação de proximidade. Só os desconstrói quem se coloca no lugar do outro. Quando você se coloca na pele do outro, no contexto do semelhante.

E como fazer isso, padre, em uma sociedade cada vez mais indiferente ao outro?

É difícil. Mas eu acredito, porque se não acreditarmos, daí sim não faremos nada. Nós temos que potencializar para essa juventude o legado de que eles precisam perseguir seus sonhos, romper com esse processo da impotência do sonhar, porque quando tens sonhos, utopia, você vai além.

Quais os gargalos existentes hoje nas periferias de Florianópolis?

O principal deles é a falta de políticas públicas, a inércia do Estado para com essas pessoas. Outro é o desemprego. A falta de mão de obra qualificada também.

Outro gargalo, cada vez mais comum, são os jovens, crianças em muitos casos, trabalhando para o tráfico de drogas.

Esse é o gargalo da juventude que não tem opção. Esse é um caminho de opção, porque quando você não possui mão de obra qualificada, não tem emprego, não terá uma escola com qualidade, para onde  você empurra essa juventude? Quem assume essa juventude? Quem abraça? Aí é que está. Quando a gente fala nos gargalos, temos que pensar nas questões estruturais, não dá para discutir uma cidade sem colocar o dedo nos mecanismos que a produzem. E para pensar os obstáculos temos que entender essa realidade, para depois darmos o outro passo. Esperamos conseguir, até o final deste ano, uma articulação formada para detalhar melhor o que buscaremos com tudo isso.

Temos agora uma campanha eleitoral. O que o futuro governador deve fazer para gerar novas oportunidades que afastem os jovens do crime?

Não quero ouvir discursos de que vão atender a juventude. Quero saber, quantos jovens vão ser atendidos? Onde vão ser atendidos? Quais vão ser atendidos? E a partir disso, quais propostas vão ser implementadas. Você olha os discursos políticos e as propostas políticas e são sempre iguais.

O senhor lembrou que na semana passada um idoso morreu de frio no centro de Florianópolis. Naquela noite, o local que acolhe pessoas em situação de rua não abriu porque a temperatura era superior a 10ºC. Qual a responsabilidade do poder público na morte dele?

É não ter tido um olhar de política pública, concreta, real. E vai além dos 10ºC,  além do termômetro. Você não pode mensurar uma pessoa pela temperatura. Uma pessoa tem vida. Tem um contexto. E se eu não olhar ela por essa dimensão, vou olhar por mensuração? Hoje em dia descartamos as pessoas. Vivemos na sociedade do descarte. O Papa Francisco diz que nós vivemos em uma sociedade que se tornou tão intolerante que a gente descarta o outro com a maior facilidade. E não descarta o outro é reconhecê-lo. Esse é o grande caminho, reconhecer o outro. Políticas públicas precisam ser feitas a partir do contexto e do entendimento das juventudes, porque hoje em dia é no plural. Discutir a partir dessa dinâmica é ter diagnóstico. Que é o que sairá dessa nossa análise completa até o final do ano.

Este ano em Florianópolis aconteceram 95 mortes violentas. Dezoito delas em intervenções policiais. Quem são essas vítimas?

Pobres da periferia, que se vitimaram. Eu digo, ‘não passou um helicóptero e jogou quatro, cinco jovens nessa comunidade; quatro, cinco jovens naquela outra comunidade’. Esses garotos foram se formando ao longo do processo por falta de oportunidades, por ausência de estrutura, inexistência de uma política baseada em cima da vida dessa juventude, por carência de área de lazer, cultura, escola.

 FLORIANÓPOLIS, SC, BRASIL - 16/08/2018Padre Vilson Groh

“Nossa proposta é mostrar que podemos mudar”, enfatiza padre Vilson Groh

O gatilho nessas mortes foi apertado bem antes?

Foi.

Quem apertou o gatilho?

Quem é o maior indutor da violência? O Estado. E o Estado é indutor da violência quando? Quando ele não implementa política pública.

Uma realidade difícil de mudar.

Mas nossa proposta é mostrar que podemos mudar.

Como que a pessoa que ler esta entrevista pode ajudar em formar na cidade uma segurança cidadã?

Com a possibilidade do trabalho de voluntariado. Temos mais de 400 profissionais e voluntários no Instituto que atuam em ações de promoção de inclusão social e cidadania.

 

Por Leonardo Thomé – leonardo.thome@somosnsc.com.br

Fonte: http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/geral/noticia/2018/08/a-solidariedade-nao-e-decreto-nasce-no-coracao-diz-padre-vilson-groh-10540597.html

Fotos: Marco Favero / Diário Catarinense

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Projeto “COWORKING” – Ajuda para reforma!

O Projeto “COWORKING” surgiu da iniciativa e desejo dos jovens na oficina de “Carreira e Empreendedorismo”, ministrada pela Educadora Vera Susi – Centro Cultural Escrava Anastácia, de terem um espaço apropriado e com mais qualidade para desenvolverem suas atividades, plano de negócios e se habituarem ao mercado de trabalho e ao mundo corporativo. Todo trabalho de pesquisa de modelo do espaço e orçamentos está sendo realizado pelos próprios jovens.

Mas, será necessária a contribuição de investidores que possam fornecer o material para a reforma de uma das salas na sede do Centro Cultural Escrava Anastácia. Toda mão de obra será feita pelos próprios jovens.

O intuito é despertar nesses jovens o espirito empreendedor, é incentivá-los a conquistar objetivos tangíveis e fazer com que eles enxerguem além, que vejam as oportunidades em novos horizontes e que saiam das subalternidades. É fazer com que eles se enxerguem como cidadãos.

Você pode contribuir? Deseja mais informações? Entre em contato com a coordenadora do projeto: Valesca – 48 32241151

Faça parte desta corrente do bem!

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Formação de Pizzaiolos

O IVG, em parceria com a Pizzeria Milano Florianópolis, está proporcionando a certificação internacional de pizzaiolos para oito moradores das comunidades onde o IVG atua. O objetivo é dar condições para que essas pessoas desenvolvam uma profissão para que possam gerar renda para suas famílias.

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A ideia do curso de pizzaiolo e da certificação nasceu de uma conversa entre o Padre Vilson Groh e a voluntária do IVG, Maria Grazia Fraschini, proprietária da pizzaria. Inclusive, é ela quem está ministrando o curso, nas dependências de sua pizzeria. Grace, como é conhecida, já representou o Brasil em quatro realizações do importante Campionato Mondiale della Pizza (2013, 2014, 2015 e 2016), obtendo o tetracampeonato.

O curso finaliza neste sábado com a entrega dos certificados. Todos os oito participantes encerram o curso com certificação internacional de pizzaiolo.

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