1º Hackathon Pode Crer traz geração de emprego e renda, igualdade de gênero e educação  

O evento, que reuniu 40 jovens do Projeto Pode Crer, realizado pelo Instituto Pe. Vilson Groh, contou com encerramento e premiação dos projetos mais criativos, de maior impacto e prontos para lançamento.

No último sábado (17) aconteceu a 3ª e última etapa do Hackathon Pode Crer, realizado pelo Instituto Pe. Vilson Groh em parceria com a Neoway. Cerca de 40 jovens do projeto Pode Crer e profissionais de tecnologia e inovação se reuniram numa maratona de concepção e prototipagem de soluções para problemas específicos das periferias da Grande Florianópolis.

Essa trajetória, que levou cerca de dois meses, foi encerrada com as apresentações dos jovens acerca das suas soluções propostas, em formato de pitch, reforçando o problema, a solução e a tecnologia utilizada. 

Cinco projetos foram apresentados: o Upload, que consiste na criação de uma plataforma de estudo e preparação para vestibulares; o DAM (Dizimando a Mazela) e o TrampoLink, ambos voltados para combate ao desemprego de jovens e adultos nas periferias; o Pós Arco-Íris, pensando para a população LGTBQIAPN+, especialmente pessoas trans; o ITM (Infinite Technological Madness), que pretende criar uma plataforma-ponte entre influencers e empreendedores de pequenos negócios.

A banca avaliadora, formada por profissionais da área, porém sem relação com as equipes, pôde avaliar os projetos de acordo com a sua consistência, valor agregado, inovação, criatividade, trabalho em equipe e impacto no território. Os jovens que apresentaram os projetos de maior destaque foram premiados com R$ 1.000,00 cada um, além de receberem a possibilidade de participar de processos seletivos para vagas de jovem aprendiz na Neoway.

Os prêmios não seguiram a lógica de primeiro, segundo e terceiro colocado. Confira os premiados:

  • Projeto Mais Criativo: ITM (Infinite Technological Madness)
  • Projeto De Maior Impacto: Pós Arco-Íris
  • Projeto Pronto Para Lançamento: DAM (Dizimando a Mazela)

O objetivo desse evento é encorajar os jovens a pensar em soluções para os desafios sociais da cidade, de forma inovadora e com referência nos objetivos de desenvolvimento sustentável definidos pela ONU, os ODS, na Agenda 2030. Além disso, dá oportunidade e incentivo para se aproximarem do setor de tecnologia e inovação de Florianópolis.

Relembre as etapas do Hackathon Pode Crer

Pré-etapa: às quintas-feiras, no mês de novembro, esses jovens participaram de workshops de imersão em conteúdos e temáticas como pré-capacitação sobre análise de dados, service design, desenvolvimento backend e frontend.

1ª Etapa – 26/11: Neste primeiro momento, eles formaram suas equipes para mapeamento dos problemas e ideação de soluções, sempre lançando mão de todo ferramental tecnológico aprendido ao longo do ano, no Pode Crer.

2ª Etapa – Mentoria – 01/12 a 15/12: Aconteceu presencialmente nas aulas do Pode Crer. Com os projetos em mãos, os jovens tiveram mentoria com profissionais da Neoway. 

3ª Etapa – Encerramento – 17/12: Momento em que os jovens apresentaram as soluções em formato de pitch, reforçando o problema, a solução e a tecnologia utilizada.

Sobre o Programa Pode Crer

O Programa Pode Crer está em seu segundo ano de execução como projeto, contando com o patrocínio principal da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal. Intitulado de “CAIXA Tem – Programa Pode Crer”, o projeto é uma iniciativa do IVG, construída em rede com a  Assoc. João Paulo II, organização integrante da Rede IVG. Além disso, conta com apoio da ACATE, SEBRAE, FIESC, WOA e Floripa Sustentável. 

Desde 2021, o Projeto já atendeu 620 crianças e jovens de comunidades empobrecidas da Grande Florianópolis. A partir de trilhas formativas, o Pode Crer enxerga esse público de forma integral: como cidadão, como estudante e futuro profissional, acreditando nos seus sonhos e talentos. Com oficinas sobre tecnologia (web design, programação, impressão 3D e robótica), sustentabilidade, música, comunicação audiovisual e inglês, o IVG trabalha para que esses jovens acessem o mercado de tecnologia e inovação de Florianópolis e as universidades, e também sejam agentes de reais transformações na sociedade.


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