IVG recebe recurso do Poder Judiciário para desenvolver projeto de letramento para crianças de periferias

Instituto Pe. Vilson Groh - Tribunal de Justiça de Santa Catarina - PJSC Mais Social - Projeto Redescoberta - Letramento. Crédito: Assessoria de Comunicação do TJSC.
O Diretor Financeiro do IVG, Mário Capella e a gerente executiva do Instituto, Luciêni Braun estiveram presentes na ocasião. Crédito: Assessoria de Comunicação do TJSC.

Para valorizar 16 entidades catarinenses que atuam em projetos voltados para pessoas em vulnerabilidade social e com deficiência (PcD), o Poder Judiciário de Santa Catarina (PJSC) repassou nesta sexta-feira (2) o valor de R$ 2.081.370,84. 

O Instituto Pe. Vilson Groh é uma das entidades, recebendo o valor de R$ 600 mil para desenvolver o Projeto Redescoberta, na perspectiva do letramento para crianças e adolescentes atendidas pela ACAM, a Associação João Paulo II, o CEDEP e as escolas sociais do Grupo Marista.

“Trabalhamos com instituições na Grande Florianópolis e essa oportunidade é muito bem-vinda, porque a gente traz um tema que é letramento, no projeto Redescoberta. Hoje, algumas crianças da rede têm uma dificuldade muito grande, e o projeto vem para trabalhar com esse foco e oferecer as mesmas oportunidades para todos”, reforça a gerente executiva do IVG, Luciêni Braun.

Mário Capella, diretor financeiro do IVG, com o desembargador presidente do TJSC, João Henrique Blasi. - Projeto Redescoberta, letramento. Crédito: Assessoria de Comunicação do TJSC.
Mário Capella, diretor financeiro do IVG, com o desembargador presidente do TJSC, João Henrique Blasi. Crédito: Assessoria de Comunicação do TJSC.

Iniciativa PJSC Mais Social já destinou recursos para saúde e segurança

Desde o início do ano, a iniciativa denominada PJSC Mais Social, que destina recursos oriundos de prestações pecuniárias, da homologação de transações penais, de acordos de não persecução penal e da aceitação da suspensão condicional de processos, já repassou mais de R$ 8,2 milhões.

Os recursos são resultado da aplicação de penas pecuniárias a pessoas que cometeram crimes de menor potencial ofensivo e não eram reincidentes. São delitos sem violência e com pena inferior a quatro anos de reclusão. 

O presidente do TJ catarinense, desembargador João Henrique Blasi, destacou a importância do programa que, desta vez, atendeu somente entidades não estatais.

“Em determinado momento, o PJSC repassou os recursos para as entidades de segurança, quando havia necessidade. A gestão passada priorizou a saúde, em razão da pandemia (Covid). Agora, o Conselho Gestor da Conta Centralizada optou pelo terceiro setor, que é mais um braço do Estado para atender os vulneráveis”, explicou.

O edital lançado no mês de abril teve 33 entidades inscritas, que submeteram 41 projetos sociais à consideração dos desembargadores que compõem o Conselho Gestor. Os projetos sociais contemplados no PJSC Mais Social têm abrangência estadual e regional, e oferecem significativo benefício à sociedade catarinense.

Com informações da Assessoria de Comunicação do TJSC.
Para acessar o conteúdo original, clique aqui.


Compartilhe esta publicação


Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.